quinta-feira, 14 de outubro de 2010

O Governo libera os arquivos ufológicos secretos dos anos 90

O Brasil se torna a primeira nação do mundo a reconhecer, através de sua imprensa oficial, a existência de registros de discos voadores em seu espaço aéreo — e ainda determina que sejam abertos à sociedade




Com intervenção e influência direta da Comissão Brasileira de Ufólogos (CBU), a Força Aérea Brasileira (FAB) acaba de consolidar oficialmente uma nova forma de se fazer Ufologia, confirmando o alto nível da prática desta disciplina no país e a atenção que a abertura para o assunto vem recebendo por parte dos brasileiros. É a Ufologia dedicada a dar conhecimento à sociedade e à ciência da realidade da presença alienígena na Terra, como sempre fizeram os membros desta publicação. Embora não tenha sido literalmente este o teor de um comunicado do Centro de Comunicação Social da Aeronáutica (Cecomsaer), é o que se pôde depreender do que foi publicado no Diário Oficial da União (DOU), de 10 de agosto de 2010, com o título Portaria 551/GC3, editada no dia anterior pelo comandante da Aeronáutica, o tenente-brigadeiro Juniti Saito [Veja box com a íntegra da medida].



Por meio da referida portaria, a FAB deu a conhecer oficialmente que os UFOs existem e que aquele órgão, a partir da data estipulada no documento, pelo menos teoricamente, encaminhará seus registros de avistamentos de tais objetos ao Arquivo Nacional, passando antes pelo crivo do Comando de Defesa Aeroespacial Brasileiro (Comdabra) e pelo Centro de Documentação da Aeronáutica (CENDOC). Na prática, foi uma declaração que confirma a existência de tais registros, que os ufólogos brasileiros já sabem há tempos serem volumosos e estarem sendo mantidos pelos militares há décadas. Em tese, agora vai tudo para o Arquivo Nacional, o órgão que vem recebendo, desde 2008, os documentos ufológicos antes secretos e agora liberados.



Dizemos em tese porque, como todos sabemos, nem tudo que está sob guarda da Aeronáutica, e que já deveria ter sido enviado ao Arquivo Nacional, de fato o foi, a exemplo de horas de filmagens e centenas de fotos da Operação Prato. Além do mais, não podemos nos iludir muito, pois do material que venha a ser gerado, certamente casos extraordinários podem ser classificados com algum grau de sigilo [Eles são: reservado, confidencial, secreto e ultra secreto]. Quem nos confirma isso são os próprios ex-militares que, quando na ativa, já fizeram parte do processo de catalogação de informações sobre discos voadores no país.



Logo após a edição e publicação da portaria, assim como sua massiva divulgação na mídia, céticos e críticos do Fenômeno UFO perguntam como a FAB poderia chegar a esse nível de tratamento de uma coisa que, segundo eles, não pode ser provada? Incrivelmente, mesmo antes de buscarem respostas, tentaram de tudo para minimizar o fato, inclusive a manipulação de informações por parte de editores de programas televisivos de massa.


Créditos: www.ufo.com.br

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